O concurso da Polícia Penal da Paraíba está entre os mais aguardados da área de segurança pública no Nordeste. A Secretaria de Estado da Administração Penitenciária da Paraíba (SEAP/PB) já definiu o Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (Idecan) como banca organizadora do próximo certame, que deve ofertar 1.000 vagas para a carreira de Policial Penal, de nível superior.
Inicialmente previsto para 2025, o edital acabou sendo adiado e agora a expectativa oficial é de que a publicação ocorra no início de 2026. A remuneração inicial anunciada é de aproximadamente R$ 4,8 mil, tornando o concurso ainda mais atrativo para quem busca estabilidade e bons vencimentos no serviço público.
Situação atual do concurso Polícia Penal PB
O concurso encontra-se em fase de preparação, com banca organizadora já definida. O Idecan será o responsável pela elaboração e aplicação das provas, além da condução das demais etapas do certame.
No último dia 20 de agosto, o secretário de Estado da Administração da Paraíba, Tibério Limeira, afirmou em entrevista ao programa Arapuan Verdade, que a expectativa era de que o concurso fosse lançado até o fim de 2025.
“O edital vai acontecer até porque nós teremos, em breve, que inaugurar o presídio lá de Gurinhém. São duas unidades só em Gurinhém. Então vai precisar de efetivo a mais. Somente lá em Gurinhém vão ser necessários entre 700 e 900 policiais penais”, explicou na época.
Apesar da previsão inicial não ter se concretizado, a expectativa atual é de que o edital seja publicado no início de 2026, mantendo a estimativa de 1.000 vagas.
Além disso, consta no Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP) o Contrato nº 00024/2025 firmado entre o Governo da Paraíba, por meio da Secretaria de Estado da Administração, e o Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (Idecan) para a organização de concursos públicos estaduais.
O contrato, assinado em fevereiro de 2025 e com vigência até fevereiro de 2027, prevê a contratação da banca para concursos de cargos de nível médio/técnico e superior na esfera estadual, o que engloba a carreira de Policial Penal. O documento reforça que o Estado já concluiu as etapas administrativas necessárias para a realização do certame, restando a publicação do edital específico.

Cargos e vagas
O próximo concurso deve ofertar vagas para o cargo de Policial Penal da Paraíba, carreira vinculada à SEAP/PB, com 1.000 vagas previstas e escolaridade de nível superior.
A distribuição entre ampla concorrência, cadastro de reserva e possíveis cotas deverá ser detalhada no edital.
Cotas
Tradicionalmente, os concursos estaduais da Paraíba seguem a legislação vigente para reserva de vagas, incluindo pessoas com deficiência (PcD) e candidatos negros.
Os percentuais exatos serão confirmados apenas com a publicação do edital.
Requisitos para o cargo de Policial Penal PB
Com base na legislação da carreira e no histórico do último edital da área penitenciária na Paraíba, os principais requisitos costumam ser:
- Diploma de nível superior em qualquer área
- Idade mínima de 18 anos
- Nacionalidade brasileira
- Estar em dia com as obrigações eleitorais e militares (quando aplicável)
- Aptidão física, mental e psicológica para o exercício do cargo
Outros requisitos específicos deverão constar no edital.
Quanto ganha um Policial Penal na Paraíba?
O salário inicial previsto para o cargo de Policial Penal da Paraíba é de aproximadamente R$ 4,8 mil.
Esse valor corresponde ao vencimento inicial da carreira e pode ser acrescido ao longo do tempo conforme progressões, adicionais e vantagens previstas em lei.
Benefícios
Além do salário base, o Policial Penal da Paraíba pode contar com benefícios como:
- Adicional de risco de vida
- Gratificações próprias da carreira
- Auxílio-alimentação
- Estabilidade após o estágio probatório
Esses benefícios fazem com que a remuneração total seja superior ao salário inicial.
Etapas do concurso Polícia Penal PB
Com base no último edital da área penitenciária na Paraíba e no padrão atual dos concursos para Polícia Penal, o certame deve ser composto por múltiplas etapas eliminatórias e classificatórias.
Vale ressaltar que o concurso realizado em 2008 na área penitenciária da Paraíba ocorreu em um contexto diferente do atual, quando o cargo ainda era denominado Agente de Segurança Penitenciária, antes da criação formal da carreira de Policial Penal, posteriormente constitucionalizada.
Na ocasião, o certame serviu como base para o ingresso de servidores no sistema prisional estadual e é utilizado hoje apenas como referência histórica quanto à estrutura das etapas e ao formato das provas, não representando, necessariamente, o modelo que será adotado no próximo edital.
Prova objetiva
A prova objetiva é a primeira etapa do concurso e tem caráter eliminatório e classificatório. No último edital da área penitenciária no estado, a prova teve duração de 3 horas e contou com questões de múltipla escolha, distribuídas entre:
- Língua Portuguesa (20 questões)
- Atualidades (15 questões)
- Legislação Específica (25 questões)
A tendência é que o próximo edital amplie o conteúdo, incluindo também disciplinas como:
- Noções de Direito Constitucional
- Noções de Direito Administrativo
- Direitos Humanos
- Criminologia
A pontuação mínima para aprovação deverá ser definida no edital.
Teste de Aptidão Física (TAF)
O TAF é uma das etapas mais decisivas do concurso para Polícia Penal e exige preparação antecipada. Embora os exercícios oficiais só sejam confirmados no edital, os concursos mais recentes da área costumam cobrar os seguintes testes:
Para candidatos do sexo masculino:
- Flexão de braço: mínimo de 20 a 30 repetições
- Abdominal tipo remador: mínimo de 30 a 35 repetições em 1 minuto
- Corrida de 12 minutos: distância mínima entre 2.200 e 2.400 metros
Para candidatas do sexo feminino:
- Flexão de braço (apoio no solo ou joelhos): mínimo de 15 a 20 repetições
- Abdominal tipo remador: mínimo de 25 a 30 repetições em 1 minuto
- Corrida de 12 minutos: distância mínima entre 1.800 e 2.000 metros
Todos os exercícios são de caráter eliminatório, e o candidato precisa atingir o desempenho mínimo em cada teste para ser considerado apto.
Avaliação psicológica
A avaliação psicológica tem caráter eliminatório e busca verificar se o candidato possui o perfil psicológico compatível com o exercício do cargo, que envolve situações de pressão, risco e tomada rápida de decisões.
São avaliadas características como:
- Controle emocional
- Resistência à frustração
- Atenção e concentração
- Capacidade de trabalhar sob estresse
Curso de formação profissional
A última etapa do concurso é o curso de formação, de caráter obrigatório. Nessa fase, os candidatos passam por treinamento teórico e prático voltado à rotina do sistema penitenciário.
O curso costuma abordar:
- Legislação penitenciária
- Técnicas de escolta e vigilância
- Procedimentos operacionais
- Uso progressivo da força
A aprovação no curso é condição indispensável para a nomeação.
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- Direito Administrativo – Professor Rafael de Oliveira (Escrivão PCDF)
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- Direito Penal – Parte Geral – Professor Rilmo Braga (Delegado PCGO)
- Direito Penal – Parte Especial – Professor Rilmo Braga (Delegado PCGO)
- Direito Processual Penal I – Professor Rilmo Braga (Delegado PCGO)
- Direito Processual Penal II – Professor Carlos Alfama (Delegado PCGO)
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