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De 46 a 62 pontos: servidor do TRT muda forma de estudar e conquista aprovação no ENAM

Servidor da Justiça do Trabalho há 10 anos, André Cabral enfrentou diferentes tentativas até encontrar um método compatível com o perfil do exame

A aprovação no Exame Nacional da Magistratura (ENAM) veio após diferentes tentativas para André Cabral Oliveira, de 35 anos. Servidor do Tribunal Regional do Trabalho da 17ª Região (TRT-17) e assistente de juiz, ele chegou a obter 46 e 48 pontos em edições anteriores antes de alcançar 62 pontos e conquistar a habilitação.

Bacharel em Direito e interessado pela magistratura desde a faculdade, André iniciou efetivamente a preparação em 2017. Ao longo do caminho, chegou a ser aprovado na prova objetiva do Concurso Nacional da Magistratura do Trabalho, em 2023, mas ficou a apenas 0,45 ponto de avançar na etapa discursiva.

No ENAM, as reprovações mostraram que seria necessário adaptar a forma de estudar ao perfil do exame. A seguir, veja como André conseguiu superar a nota de corte para seguir em busca de seu principal objetivo: prestar os próximos concursos para a magistratura do Trabalho.

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Um projeto que começou ainda na faculdade

O interesse de André pela magistratura surgiu ainda na graduação em Direito. Na época, ele estudava para os cargos de Técnico e Analista Judiciário, que enxergava como “concursos-meio” para conquistar estabilidade e, no futuro, buscar a magistratura.

A preparação começou de fato em 2017, com o primeiro Concurso Nacional da Magistratura do Trabalho. Em 2023, ele avançou na prova objetiva, mas ficou a apenas 0,45 ponto de superar a etapa discursiva. Logo após “bater na trave”, continuou fazendo outros certames, até que surgiu o ENAM. Hoje, servidor do TRT-17 e assistente de juiz, André segue em busca do objetivo de se tornar juiz do Trabalho.

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Quatro horas por dia e seis meses de preparação intensa

Depois das tentativas anteriores, André decidiu intensificar a preparação. Durante quase seis meses, passou a estudar cerca de quatro horas por dia, de segunda a sexta-feira, concentrando os estudos principalmente no período da manhã. Nos fins de semana, o ritmo aumentava e não havia um horário determinado para encerrar.

Apesar da rotina intensa, ele procurou preservar o convívio familiar, já que o teletrabalho facilitava essa organização.

“Aos finais de semana, principalmente na parte da noite, eu me desligava totalmente dos estudos para aproveitar momentos de qualidade com eles — fosse saindo para um restaurante, assistindo a um filme ou nos reunindo em casa para conversar e comer algo juntos”

A constância também exigiu que André enfrentasse uma dificuldade específica: sua preparação de anos para a magistratura do Trabalho não abrangia com a mesma profundidade todas as áreas cobradas pelo ENAM. Por isso, precisou sair da zona de conforto e adaptar os estudos ao perfil mais amplo do exame.

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Como o Magistrar ajudou na preparação para o ENAM

Foi então que, por indicação de um amigo, conheceu o Magistrar e assinou a Vitalícia Magistrar

“Quando eu estudava sozinho, fazia um estudo extremamente meticuloso, tentando avançar linha por linha do edital. Depois que assinei a Vitalícia Magistrar, ganhei um norte claro, pois os professores focavam exatamente naquilo que estava no radar da FGV.”, comenta.

Na rotina, André utilizava recursos como Mapas da Lei Seca, informativos de jurisprudência, videoaulas direcionadas, resolução de questões, resumos e o ENAM Nunca Mais. Aos fins de semana, os simulados comentados também tiveram papel importante, funcionando como revisão e ajudando a identificar temas que ainda precisavam ser aprofundados.

A Vitalícia Magistrar reúne tudo isso, e muito mais, em uma única plataforma (e com acesso permanente!). Nela você encontra:

  • Ferramentas de planejamento
  • Lei Seca interativa
  • Informativos
  • Editais organizados por incidência
  • Revisões
  • Estatísticas de desempenho
  • Aulas ao vivo e conteúdos específicos para o ENAM e outras carreiras jurídicas

Para André, essa combinação entre organização, conteúdo direcionado e acompanhamento da preparação foi decisiva para sair das notas de 46 e 48 pontos e alcançar 62 pontos no ENAM.

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Para quem ainda não conseguiu: “não desista”

Depois de anos de preparação para a magistratura do Trabalho e diferentes tentativas no ENAM, André reforça que a persistência foi essencial para continuar avançando, especialmente diante de uma prova com perfil diferente daquele ao qual estava acostumado.

“Meu conselho principal é: não desista. Eu já atuo na Justiça do Trabalho há 10 anos e estudo focado para o concurso de Juiz do Trabalho. Por isso, tive uma dificuldade enorme com o perfil do ENAM, mas, mesmo assim, não recuei.”, diz.

Para ele, além de constância, a preparação exige organização e equilíbrio entre legislação, jurisprudência, questões, resumos e revisões.

“Faça a sua parte entregando o melhor que você tem e confie muito em Deus. No final, o seu esforço será honrado e você estará com a habilitação em mãos para dar seguimento ao seu grande sonho.”, aconselha.

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