Depois de algumas tentativas anteriores no Exame Nacional da Magistratura (ENAM), Juliana Gomes Machado, de 28 anos, conquistou a habilitação com 59 pontos. Pós-graduada e moradora do Rio de Janeiro, ela conciliou a preparação para concursos com o trabalho no setor administrativo da empresa da família.
O interesse pela carreira pública começou ainda durante a faculdade e, após uma experiência de estágio em cartório, Juliana decidiu que queria ingressar na Magistratura Estadual. Desde então, passou por diferentes métodos de estudos até ser habilitada no ENAM.
Veja como foi a trajetória de Juliana até os 59 pontos e o que mudou em sua preparação para conquistar a aprovação!
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O interesse pela magistratura começou ainda na faculdade
Embora Juliana tenha realizado diferentes estágios voluntários durante a faculdade, a carreira pública já estava em seus planos desde o início da graduação em Direito. O estágio em um cartório foi o que abriu as portas para decidir de que gostaria seguir na magistratura.
Seguindo esse objetivo, ela ingressou em uma pós-graduação na Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ), com formação voltada também para concursos públicos. Foi aí que a habilitação no ENAM passou a fazer parte desse projeto por ser requisito para a participação nos concursos da magistratura.
Sem uma rotina fixa, ela adaptou os estudos ao trabalho
Mesmo após experimentar diferentes cursos e métodos de estudo desde a primeira aplicação do exame, Juliana não obteve sucesso.
“Eu estava tentando obter aprovação no ENAM desde a primeira prova. Já tava bem desanimada porque já tinha tentado diversos cursos, diversos métodos de ensino e nenhum funcionou bem comigo.”, desabafa.
Foi justamente em uma dessas tentativas que ela conheceu o Magistrar. No dia do ENAM 2025.2, enquanto conversava com amigos antes da prova, ouviu elogios à revisão de véspera realizada pelo curso. Depois do exame, os colegas comentaram que diversos pontos abordados na revisão apareceram nas questões, o que despertou o interesse de Juliana.

“Pensei em tentar pela última vez o ENAM. O que eu mais gostei de estudar pelo Magistrar é que realmente entregam um plano de estudo possível dentro da rotina de quem trabalha. Tem vídeo aulas super atualizados, com professores excelentes, jurisprudência e leitura de lei seca, e tudo isso de acordo com a disponibilidade de estudo de cada um”, comenta.
Atualmente, Juliana trabalha no setor administrativo de uma empresa da família e precisou adaptar os estudos à rotina profissional. Por isso, nem todos os dias seguem o mesmo planejamento: em alguns, consegue estudar cerca de 4 horas seguidas; em outros, precisa compensar o conteúdo aos sábados.
Fora dos períodos de reta final, ela também procura preservar momentos de descanso e convivência, reservando o sábado à noite e o domingo para estar com a família e os amigos.
Agora, com os 59 pontos conquistados no exame, Juliana pretende avançar para a próxima etapa da trajetória, com foco na Magistratura Estadual.
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Como o Magistrar ajudou a conquistar a aprovação no ENAM
Juliana conta que aproveitou a promoção de Black Friday e garantiu sua Vitalícia Magistrar no final de 2025, reunindo em um único acesso recursos para organizar e individualizar a preparação para o ENAM e demais carreiras jurídicas. Entre eles:
- Planejamento de estudos: cronogramas que ajudam a organizar a preparação de acordo com a disponibilidade do candidato
- Conteúdo atualizado: videoaulas, Lei Seca, jurisprudência e informativos reunidos na plataforma
- Questões e revisão: milhares de exercícios comentados, ferramentas de revisão e acompanhamento do desempenho
- Aulas ao vivo: programação com atualização, resolução de questões e imersões
- Acesso vitalício: acesso permanente aos conteúdos, sem mensalidades ou renovações

Além disso, Juliana também utilizou o Reta Final ENAM e acompanhou as aulas ao vivo de preparação no YouTube, concentrando os estudos nos conteúdos mais importantes para a proximidade da prova.
Outro ponto destacado pela candidata foi a Mentoria com o professor Alexandre Piovesan, que trouxe um acompanhamento mais próximo durante a preparação.
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Uma reviravolta no gabarito até a aprovação
Na tentativa mais recente, o primeiro contato com o gabarito também parecia indicar uma nova reprovação. Juliana contabilizou 50 acertos no resultado preliminar, enquanto precisava de 56 para atingir o percentual exigido na ampla concorrência.
Um ou dois dias depois, enquanto estava no meio de uma mudança, ela soube por um grupo de estudos que a FGV havia alterado o gabarito de sete questões. Segundo Juliana, seis dessas mudanças a beneficiaram e mudaram completamente o cenário.
“Dessas sete questões, eu tinha acertado seis, o que eu considero um milagre. Somente Deus poderia fazer isso acontecer.”
O resultado definitivo confirmou a habilitação, com 59 pontos. A notícia interrompeu até mesmo a mudança que Juliana fazia naquele momento: ao descobrir que havia sido aprovada, ela deixou as caixas de lado para comemorar com a família.
“É clichê mas é verdadeiro: não desista dos seus sonhos!! A caminhada do concurso público é muito desafiadora e às vezes isso gera um desânimo, mas cada reprovação deve servir como uma oportunidade de analisar os erros e recalcular a rota até a aprovação.”, aconselha.


