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Primeira tentativa, 57 acertos no ENAM: como cinco meses bem planejados venceram anos de estudo solto

Esse aluno prova que eficiência estratégica vale mais do que quantidade de tempo

Erick Alexssandre Sales da Silva, 28 anos, vivia algo que muitos candidatos ao ENAM apenas sonham: trabalhar, de fato, dentro de um tribunal. Como residente de pós-graduação no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), no gabinete da 2ª Vara de Ceará-Mirim, elaborava sentenças e decisões, participava de audiências e acompanhava a rotina do Judiciário por dentro.

Estava próximo da magistratura antes mesmo de oficialmente pertencer a ela. Entretanto, estar dentro não garante aprovação. Muitos estudam por anos, de forma solta, e continuam do lado de fora. Erick, por outro lado, estudou por cinco meses bem planejados… e passou!

A trajetória nos concursos começou cedo. “Eu estudo para concursos desde a faculdade. Comecei no final de 2022, quando eu realizava provas para analista judiciário e técnico judiciário, e nesse caminho obtive algumas aprovações”, contou em entrevista à equipe de jornalismo do Magistrar. Base não faltava. Experiência também não. Havia inclusive outras aprovações aguardando convocação. Ainda assim, Erick entendia algo que poucos percebem: ter base é diferente de ter um plano. “Meu objetivo final sempre foi a magistratura e por isso eu acabei optando pelo Magistrar”.

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Ele até tinha chegado a se inscrever para um ENAM anterior, mas simplesmente não foi fazer a prova.

“Eu tava passando por um momento um pouco turbulento”, reconhece, e insistir só produziria um resultado ruim. É uma lição que muita gente aprende tarde: às vezes, não fazer é mais sábio do que fazer mal. Ele voltaria, mas, dessa vez, de outro jeito.

Em janeiro de 2026, retornou diferente. Decidiu que ao invés de “estudar mais”, estudaria melhor. Mapeou exatamente o que faltava. “Intensifiquei principalmente direitos humanos e formação humanística, que eu não tinha tanta base e isso foi fundamental para eu aumentar a quantidade de questões”.

Ele conheceu o Magistrar pelo YouTube e pelo Instagram, começou pelas aulas gratuitas, avaliou a qualidade e só então investiu. A ferramenta que fez diferença?

“Fiz as revisões, assisti às videoaulas… e, depois, além das videoaulas, assinei o Cérebro, que ajuda bastante porque é uma plataforma que já tem tudo em um lugar só”.

O ponto central é este: Erick não multiplicou ferramentas, concentrou. Videoaulas, Cérebro Magistrar, simulados e revisão de véspera: “Eu vi que vocês tinham qualidade e era um curso que realmente faria diferença. Tanto é que, na primeira prova, eu consegui obter êxito.” Intuição validada.

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Trabalha de dia, estuda à noite

O que quase ninguém menciona quando fala em “trajetória relâmpago” é que Erick não largou o trabalho para estudar. Continuou no tribunal. Seguiu com audiências, despachos e rotina real. E isso é o teste final de qualquer preparação: estudar quando a vida está acontecendo.

“De janeiro até o ENAM, focado, fiz também uma revisão de véspera muito boa. Nos últimos 20 dias, eu basicamente fiquei trancado, assistindo videoaulas e respondendo simulados“. Foram 20 dias finais de mergulho, trabalhando durante o dia e estudando à noite. Eficiência, na prática.

Mas, nada disso seria possível se a calma não existisse: “Tenha calma, não se compareporque a exceção é uma aprovação rápida; a regra é demorar.” Erick sabia que estava virando exceção, mas uma exceção construída, não mágica. Construída em cinco meses.

Nos simulados, viu a evolução acontecer. “Eu notei a evolução da minha pontuação, um aumento gradativo e, já próximo da prova, eu tava fazendo pontuações de aprovação, com nota para passar”.

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57 acertos: quando eficiência vira resultado

O dia da prova chegou e o nervosismo existia, mas não o tipo paralisante. Era o nervosismo de quem treinou certo. “Foi um dia de bastante nervosismo, mas eu sabia que tava preparado, tinha feito um bom cronograma, assistido às videoaulas e feito questões. Então, apesar de nervoso, eu me sentia confiante e sabia que obteria êxito”.

E então veio o resultado: 57 acertos. Aprovado na primeira tentativa. “Foi muito gratificante. Quando eu soube, foi um dia muito emocionante, chorei bastante porque eu sabia que não seria uma prova fácil, mas, mesmo sendo a primeira vez, eu já tinha conseguido obter êxito”. Era a consequência de cinco meses bem estruturados vencendo anos de estudo desorganizado.

E para quem não acredita que é possível, ele reforça: “Siga o cronograma do curso… é tudo bem pensado. Mantenha a constância, esse é o principal“.

A história de Erick é a prova de que eficiência quase sempre bate quantidade de tempo.

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