A prova do ENAP (Exame Nacional da Advocacia Pública) será a primeira etapa do novo modelo de seleção para as carreiras jurídicas da Advocacia-Geral da União (AGU) e terá caráter eliminatório.
A criação do ENAP foi aprovada pelo Conselho Superior da AGU em 4 de setembro de 2026. Entretanto, ainda não foram divulgados a banca organizadora, as disciplinas, o número de questões nem os critérios de habilitação para o concurso da AGU.
O exame será obrigatório para os candidatos interessados nas carreiras de Advogado da União, Procurador Federal, Procurador da Fazenda Nacional e Procurador do Banco Central.
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Quando será a prova do ENAP AGU?
A AGU ainda não informou oficialmente quando a prova do ENAP será aplicada. A expectativa é de que novas informações sobre o exame ou até mesmo o edital sejam divulgadas ainda em 2026, mas a realização das provas é esperada somente para 2027, possivelmente durante o primeiro semestre.
Segundo o Procurador Federal e professor do Magistrar, Leonardo Lagos, existe uma grande possibilidade de publicação do edital em 2026, embora os preparativos estejam avançando mais lentamente do que o inicialmente esperado.
A previsão de aplicação em 2027 não é oficial e dependerá da conclusão da estruturação do exame, da definição da banca organizadora e da publicação do cronograma pela AGU.
Ao todo, estão autorizadas 170 vagas para as quatro carreiras jurídicas:
- 50 vagas para Advogado da União
- 50 vagas para Procurador Federal
- 50 vagas para Procurador da Fazenda Nacional
- 20 vagas para Procurador do Banco Central
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Prova ENAP: como será o exame para as carreiras da AGU?
O ENAP funcionará como um filtro inicial. O candidato precisará ser habilitado no exame para avançar, mas a nota obtida não será utilizada na classificação final dos concursos.
Depois do ENAP, os candidatos habilitados poderão realizar as provas objetivas das quatro carreiras mediante o pagamento de uma única taxa. A escolha da carreira ocorrerá antes das provas discursivas.
O novo modelo deverá seguir esta ordem: ENAP, provas objetivas, escolha da carreira, provas discursivas específicas e curso de formação.
Enquanto o edital não é publicado, a tendência é que a preparação permaneça concentrada nas disciplinas comuns às carreiras da Advocacia Pública Federal, como Direito Constitucional, Administrativo, Civil, Processual Civil, Tributário e Financeiro.
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